terça-feira, 23 de outubro de 2018

23/10/2018.

Passei o 1o turno dividido entre Ciro e Marina. Votei em Ciro pelo voto útil. Em 2014, Eduardo Jorge no 1o turno e Armínio Fraga no 2o turno. Em 2010, estava em viagem a serviço e não votei. Em 2006, Cristóvam no 1o turno e Alckmin no 2o. Em 2002, Ciro Gomes no 1o turno e Serra no 2o. Sempre transitei entre a social democracia e o liberalismo político, a dita Terceira Via.

Porém, sempre fui um opositor ferrenho ao PT, ao seu desejo de ser hegemônico, sua recusa em dialogar com o diferente, e seus ataques covardes a lideranças de centro-esquerda por meros motivos eleitoreiros. Minhas críticas ao PT estão registradas aqui neste blog.

Até ontem (22/10), eu ia votar nulo neste 2o turno. Considerei um exagero a classificação de Bolsonaro como fascista. Mas as ameaças recentes da sua cúpula de campanha, de fechar o Supremo Tribunal Federal com uso da força militar, me fizeram mudar de ideia. Não é fake news. Os idiotas gravaram essas falas, orgulhosos de sua própria boçalidade.

Apoiei o impeachment de Dilma por ela ter usurpado funções do Congresso, e agora voto contra Bolsonaro por ele querer atacar o Judiciário. Autonomia dos Poderes é um pilar fundamental da democracia.

Irei tapar o nariz e votar em Fernando Haddad. Bolsonaro conseguiu me convencer a votar no PT. Domingo, vou de Haddad 13.

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